Bolsa-de-pastor II

Arbusto pequeno, de até 1,5 m de altura, revestido de pelos estrelados aveludados: caule lenhoso na base e pouco ramoso no ápice; ramos cilíndricos e opostos; folhas opostas, pecioladas, compostas de 5 folíolos oblongo-lanceolados de até 10 cm de comprimento por 5 cm de largura, inteiros, glabros e verdes na página superior e branco-tomentoso-lanosos na página inferior; flores irregulares, grandes e abundantes de cor quase sempre amarela e frequentemente com máculas roxas, dispostas em panículas amplas e terminais; fruto cápsula elíptica, suberoso-lenhosa, áspera, achatada, estipitadas, contendo sementes imbricadas, membranosas e aladas. Vegeta principalmente nos campos sujos de Minas, São
Paulo, Mato Grosso, Goiás e Piauí. Verificar as aquarelas para diferenciar as duas espécies de bolsa-de-pastor.
Partes Usadas Cascas do caule ou da raiz.
Formas Farmacêuticas Decocto, pomada ou creme.
Emprego Popularmente a casca do caule é empregada como antissifilítica e a da raiz é muito utilizada nas doenças da pele. Também contra dores musculares e como vulnerário.
Interações Medicamentosas e Associações Pode ser associado à losna para curar feridas.
Toxicidade As folhas são tidas como tóxicas.

Família: Bignoniaceae
Nome Científico: Zeyheria montana Mart.
Sinonímia Vulgar: Chapéu-de-frade, mandioquinha-brava.
Sinonímia Científica: Jacaranda quinquefolia Steud; Spatodea montana Spr.; Zeyheria velloziana Miers