Chuchu




Planta perene, escandente, sarmentosa, com tubérculo subterrâneo, com reserva de amido. Caule muitas vezes oco, com gomos pouco saliente, atingindo vários metros de comprimento e bastante ramificado. Folhas simples, pentalobadas, ásperas, palminérveas, de 10 a 20 cm de comprimento. Inflorescências axilares, com flores, unissexuadas. As masculinas amarelas com estames unidos e as
femininas dotadas de ovário ínfero, piriforme. O fruto é suculento de casca rugosa e espinescente em algumas variedades. Semente branca intimamente ligada ao fruto. Originária do México, foi introduzida no país há cerca de 200 anos, hoje é muito cultivada no Brasil. O seu plantio é feito com o fruto já maduro, que deve ser enterrado com a parte mais larga voltada para baixo. Prefere solos férteis, soltos,
arenosos ou areno-argilosos.

Partes Usadas 
Ramos novos, frutos ou folhas.
Formas Farmacêuticas 
Infuso, decocto ou fruto cozido.
Emprego 
Hipertensão: infuso ou decoto, usar 3 dos brotos novos (grelos) em 1 xícara de chá que deve ser ingerida ao longo do dia. Como calmante e carminativo, diurético, remineralizante.
Constituição Química 
Pectina, carboidratos, cálcio, fósforo, potássio e vitaminas A, B e C.
Toxicidade 
Planta usada como alimento de larga data, não sendo relatado nenhum caso de toxicidade.

Família: Cucurbitaceae
Nome Científico: Sechium edule (Jacq.) S.W.
Sinonímia Científica: Sechium edule S.W.; Sicyos edulis Jacq.; Chayota edulis (Jacq.) Jacq.; Sechium americanum Poir.


Ref. Tratado Plantas Medicinais