Cipó-caboclo





    

    Arbusto trepador de porte variável e caule áspero tomentoso. Ramos revestidos de pelos ásperos. Folhas alternas, pecioladas, ovadas, elípticas, agudas ou obtusas de 8 a 20 cm de comprimento por 4 a 10 cm de largura, ásperas ou rugosas nas duas faces. Flores em cacho, amarelo-pálidas, muito pequenas. Cálice de 5 sépalas e corola de 2 a 5 pétalas. Estames numerosos. Fruto cápsula com 1 a
2 sementes. Floresce de janeiro a abril.

Partes Usadas 
Folhas ou raízes.
Formas Farmacêuticas 
Decocto, infuso, extrato fluido ou pomada.
Emprego 
As folhas são usadas para curar as inchações das pernas e dos escrotos, no tratamento das úlceras crônicas e atônicas. Os ramos são igualmente purgativos e, sobretudo, diuréticos. As raízes, em infuso, são usadas externamente em banhos, como sedativo, e internamente nas angústias. Infuso e decoto a 1%, de 2 a 3 xícaras ao dia; extrato fluido, de 0,5 a 2 ml ao dia.
Constituição Química 
Flavonoides e tanino.
Toxicidade 
Doses mais elevadas possuem efeito purgativo.

Família: Dilleniaceae
Nome Científico: Davilla rugosa Poir.
Sinonímia Vulgar: Cipó-carijó, cambaíba, cuitezinho, sambaibinha.
Sinonímia Científica: Davilla brasiliana DC.; Hieronia scabra Vell.
Ref. Tratado Plantas Medicinais