Erva-moura


Família
Solanaceae
Nome Científico
Solanum americanum Mill.
Sinonímia Vulgar
Erva-moura, pimenta-de-cachorro, pimenta-de-galinha,
guaraquinha.
Sinonímia Científica
Solanum nigrum L.; Solanum nodiflorum Jacq.; Solanum
oleraceum Dunal; Solanum pterocaulum Dunal; Solanum
tenellum Bitter

RVA-MOURA

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Descrição Planta herbácea ou lenhosa, pequena, muito variável, de caule anguloso,
liso ou piloso simples. Folhas alternas ou geminadas, glabras ou pilosas, ovais
ou lanceoladas, inteiras ou denteadas, com base mais ou menos atenuada para
o pecíolo. Inflorescência cimo umbeliforme; flores pequenas, alvas, de 5 mm de
comprimento, recurvadas antes da antese, com lobos ovais, obtusos. Corola 5
partida, androceu com 5 estames livres, concrescidos com o tubo da corola, gineceu
gamocarpelar, bicarpelar, ovário súpero. Fruto pequeno, do tipo baga globulosa
e preta quando madura.
Parte Usada Toda a planta.
Formas Farmacêuticas Infuso, decocto, cataplasma, tintura ou extrato fluido.
Emprego Emoliente, sedativo, calmante, narcótico e antiespasmódico. Feridas,
tumores, furunculoses e queimaduras. O infuso e o decocto são usados a 0,25%,
de 2 a xícaras 3 vezes ao dia, e o extrato fluido, de 0,1 a 0,5 ml ao dia.
Constituição Química Solanina, solasonina, solamargina, asparagina, rutina,
demisina e atropina, saponinas. Fitosterol e ácidos (palmítico, esteárico e linoleico).
O extrato aquoso da flor possui acetilcolina.
Toxicidade Sua toxicidade é devida à presença de solanina, alcaloide midríatico
de efeitos semelhantes ao da atropina. Os sintomas apresentados são: náuseas,
vômitos e cólicas abdominais. Os vômitos, quando intensos, podem levar a distúrbios
eletrolíticos de certa gravidade.