Família
Cucurbitaceae
Nome Científico
Cayaponia espelina (Silva Manso) Cogn.
Sinonímia Vulgar
Espelina-verdadeira, fel-de gentio.
Sinonímia Científica
Periantopodus espelina; Periantopodus tomba;
Periantopodu carijo
SPELINA
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Descrição Planta de raiz perene de cor amarelo-pardacenta e caule trepador ou
rasteiro, glabro e ramoso; folhas curtas pecioladas, tripartidas quase até a base
ou trifoliadas, rígidas, com o lobo central interiro ou espinescente-dentado, raras
vezes, sublobulado, de 7 a 15 cm de comprimento por 4 a 9 cm de largura; lobos
laterais menores, sendo que as folhas superiores são algumas vezes inteiras e mais
ou menos lobadas, pedúnculos curtos, flores solitárias, brancacentas; cálice e corola
da flor feminina menor do que as masculinas. Fruto peponídeo, pequeno, oblongo,
cilíndrico, carnoso, glabro e avermelhado. Sementes brancacentas e glabras.
Parte Usada Raízes.
Formas Farmacêuticas Infuso, decocto, tintura, extrato fluido, pó ou xarope.
Emprego Tônico, depurativo, emeto-catártico. Usado no artritismo, reumatismo,
manifestações sifilíticas secundárias. Nas afecções bronco-pulmonares, asma,
bronquite, coqueluche. O infuso ou decocto a 1%, de 2 a 3 xícaras ao dia; como
vomitivo tomar 4 xícaras de uma só vez. O extrato fluido de 0,5 a 1 ml é usado
como tônico e, como emético, 2 ml.
Constituição Química Espelinina (princípio amargo), periantopodina, resina,
amido e sais minerais.
Ref. Tratado Plantas Medicinais