Família
Rosaceae
Nome Científico
Rubus brasiliensis Mart.
Sinonímia Vulgar
Amoreira-do-brasil, amora-preta, silva, amoreira-do-mato,
morango-silvestre.
Sinonímia Científica
Rubus erytrocladus Meissn; Rubus occidentalis Vell.
RAMBOESA-DO-BRASIL
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Descrição Arbusto escandente, armado (com muitos espinhos), sendo muito
comum nas montanhas de Minas Gerais (serras de Ouro Preto, Serra da Piedade,
Serra do Caraça e outras), sarmentoso, ramos frouxos, armados de numerosos
acúleos. Caule ramificado. Folhas pecioladas, estipuladas, digitadas, de 3 a 5 folíolos.
Folíolos peciolados, ovato-peciolados, estreitos e acuminados, serreado, peninérveo,
sendo verde-escuro na página superior, e bem mais claro e glabro. Inflorescência
terminal paniculada, com muitas flores pediceladas. As flores aparecem apenas na
extremidade dos ramos e têm 5 pétalas e 5 sépalas de cor branca ou levemente
rosadas, inodoras. Estames numerosos, ovário súpero com carpelos livres e muito
numerosos. Fruto passando de verde, a vermelho e depois a preto, subgloboso e
drupáceo. Semente 1 por fruto. Reprodução por semente, ou por estolon.
Partes Usadas Fruto maduro ou brotos.
Formas Farmacêuticas Sumo, infuso, decocto, xarope, vinho ou colutório.
Emprego É adstringente, por causa do tanino existente na planta. Por isso é
empregado contra diarreia, hemorroidas e inflamações na boca e na garganta. O
decocto é preparado a 5% e tomado de 2 a 3 xícaras ao dia; o xarope, de 20 a 100
ml ao dia. Ingerindo ou fazendo gargarejos.
Constituição Química Tanino, ácidos orgânicos (cítrico, láctico, succínico, oxálico
e salicílico), açúcares e vitamina C.
Interações Medicamentosas e Associações O alto conteúdo de tanino pode
causar a precipitação de alcaloides.
Ref. Tratado Plantas Medicinais